Mapa-mole / Fluxo Contínuo se desenvolve a partir da forma de dois continentes — América do Sul e África — uma espécie de mapa fragmentado onde as linhas que unem ambos continentes são zonas de passagem e aproximação, como se o próprio fluxo redesenhasse as formas dos continentes. Os deslocamentos através dos espaços reconfiguram os mapas: os percursos entre dois continentes traçam redes invisíveis formadas por fluxos, atravessando oceanos, territórios, fronteiras.
O trabalho, exposto na 16º Bienal de Curitiba (de junho a novembro de 2026), dialoga com os desenhos feitos sobre mapas que são expostos mesma sala. Juntos, desenhos e o Mapa-mole ressaltam o sentido de fluxo, travessia, migração, circulação que redesenha os espaços geográficos, como uma ressonância da experiência gráfica (desenho) para a instalativa (Mapa-Mole).
Mapa-Mole / Fluxo Contínuo Borracha natural e tubos de alumínio 300 x 220 x 70 cm 2026
A 16º Bienal de Curitiba acontece no MON (Museu Oscar Niemeyer) com curadoria de Tereza de Arruda e Adriana Almada.